Que dia mais perfeito que eu estou a ter... fonix, só espero que não "melhore"!
Levanto-me eu às 7:30h (era pa ser às 8h, mas já não consegui dormir), vejo que vai estar um dia lindo e penso cá para mim "Que fixe! Ainda bem que vou passear...". Dá-me vontade de ir à casa de banho e enquanto lá estou sinto um ardor agonizante.... infecção! "OUTRA VEZ?!" pensei eu, é que é o terceiro ano seguido que me aparece uma infecção urinária nesta altura do ano. E depois lembrei-me... tenho de ir pa Setúbal! Granda m****, até podia não ir, mas eu e o R. fizemos acordar o primo dele bué cedo, não íamos dizer "olha, podes despir-te e enfiar-te na caminha outra vez que já não vamos", era um bocado mau. Lá fomos nós...
Saimos de casa às 8:30h, e como normalmente é uma hora de caminho pensamos "chegamos lá às 9:30h, a Moviflor abre às 10h, ainda temos tempo de beber um cafézinho. Fixe!". Pois era fixe era, mas não foi. Chegamos às 9h porque o menino R. veio a acelerar para uma carrinha não o passar (embirrou com a p*ta da carrinha). Ou seja, faltava 1h pra abrir as lojas e eu com uma infecção. Claro que às 9:15h, 9:30h começou-me a dar vontade de ir à casa de banho, e até elas estavam fechadas. Quase me mijei toda na rua... A minha sorte foi que o meu R. viu lá umas gajas da limpeza e perguntou se não podiam abrir as casas de banho, elas disseram que não mas depois foram dizer ao segurança. Já tavamos a entrar no carro pa ir ao Jumbo ver se já estava aberto quando o segurança me chama:
-É a menina que quer ir à casa de banho?
-Sim, sou eu.
-Então venha.
Vou a correr disparada, chego ao pé do homem e ele diz-me:
-Podia ter-me chamado, eu abria-lhe a porta.
-Obrigada, é que eu estou aflitinha com uma infecção e preciso mesmo de ir...
-Ah, então vá lá! Fique à vontade!
Obrigada senhor segurança, hoje foi o meu salvador!!!
Adiante... o dia estava a correr-me perfeitamente bem como podem ler, e ainda correu melhor quando entramos na Moviflor. Era pra irmos comprar uma cama de casal, que nós tantos precisamos (a cama que temos é a do meu R. de solteiro) e um colchão apropriado para os meus problemas de costas. Dissemos que queriamos pagar a prestações, disseram-nos que só se fizessemos crédito à deles, nós aceitamos e no momento de fazer a porcaria do crédito a senhora pergunta ao meu R.:
-Está a trabalhar?
-Não, eu trabalho por campanhas, vou começar pró mês que vem.
-Então não dá...
Ficámos sem cama! Minhas ricas costas....
Bem, depois fomos ao Jumbo. Entramos lá dentro, compramos o que queriamos, entrámos no carro, arrencámos quando o R. diz "já se lixou o carro". Olhei para os ponteiros, e o da gasolina não trabalha. É estranho porque mesmo antes de pararmos o carro no Jumbo os ponteiros estavam bons, eu própria vi. Ou seja: carro pra amanha terça-feira.
E mesmo agora agorinha a minha Sheva ía fugindo. O meu querido sogro fechou a porta de trás mal, a porta abriu e quando o meu R. agora foi à cozinha grita-me:
-Olha, já podes esquecer a Sheva....
Eu meto mãos à cabeça e digo:
-O quê?! Então?!
Fui lá, e quando entrei na cozinha vi a porta toda escancarada. Pensei "Pronto...já era...", mas surpreendentemente, ela saiu para a rua mas não saiu do quintal. Ficou à porta a cheiriscar. Que alívio!!! O meu R. diz que só não se foi embora porque tem medo da rua, só lá tinha ido ao colo. Eu acredito que tenha sido isso, mas também acredito que não fugiu por causa de nós, donos. Ela é muito agarrada a nós, muito meiga, era incapaz de se afastar de nós por vontade dela.
E no meio disto tudo, só há duas coisas boas: a minha Sheva não fugiu, e a médica já me receitou antibiótico.
(Deixa lá ver como me vai correr o resto do dia)
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Jóia e Camões
E aproveito que tou aqui à da mãe pra postar duas fotos, as únicas que encontrei da minha Jóia e do meu Camões:
A minha Jóia ficou de cabeça baixa porque não parava quieta. Agora é que esta mais sossegadinha.
Como podem ver pela data, já foi à muito tempo, mas eles estão iguais LOL. A minha Jóia linda é que tem o pêlo mais russo, mais esbranquiçado, mas a idade não perdoa a ninguém, nem mesmo aos animais. E descobri aqui umas fotos do meu Nero em pequenino que tenho de pôr.. quem me dera que ele tivesse continuado assim pa sempre hehe, era mesmo pequenino!
A minha Jóia ficou de cabeça baixa porque não parava quieta. Agora é que esta mais sossegadinha.
Como podem ver pela data, já foi à muito tempo, mas eles estão iguais LOL. A minha Jóia linda é que tem o pêlo mais russo, mais esbranquiçado, mas a idade não perdoa a ninguém, nem mesmo aos animais. E descobri aqui umas fotos do meu Nero em pequenino que tenho de pôr.. quem me dera que ele tivesse continuado assim pa sempre hehe, era mesmo pequenino!
A minha perdição (2)
E a seguir ao Simba veio a minha Jóia. Como sempre, passado um tempo eu voltava a querer um animal de estimação, e eu sempre tive uma pancada por cães que não consigo evitar. Fui então com a minha avó ver uns cãezinhos de uma cadela de uma vizinha. Cheguei lá e vi logo a que mais gostava! Linda linda linda! Uma coisinha do tamanho da minha mão, cor de caramelo e branquinha. Apaixonei-me por ela assim que a vi. Pedi-a logo mas a vizinha disse que já tinha dono, o filho dela pediu-lhe 3 crias e a que eu gostava era uma dessas 3. Disse que podia escolher outro, mas fiquei tão babada por aquela cadelinha que não quis mais nenhum, e fui pra casa muito triste. Um dia ou dois depois, a minha avó liga-me pra casa e diz "Cátia, vem cá ter que eu tenho aqui uma surpresa para ti" e eu desato a gritar "a minha cadela, a minha cadela!" e saí disparada de casa! Nem perguntei se podia ou não, mas como moro quase ao lado da minha avó também não havia problema.
Acontece que quando a vizinha da minha avó disse ao filho que eu estava muito triste por causa da cadela, ele disse que eu podia ficar com ela. Fiquei tão contente que nem conseguia falar! Peguei nela e levei-a comigo. Mas depois veio a decisão do nome..
Eu normalmente tenho sempre imaginação para nomes, mas naquele dia não conseguia mesmo me lembrar de nenhum. A minha preciosa avózinha é que me ajudou. Disse-me "O que é que ela é para ti? Uma jóia. É a tua Jóia." e assim ficou. Ainda hoje é viva, tão velhinha que está... é a minha especial!
Passado um tempo, estava eu na casa da minha avó, chega a minha mãe pra me ir buscar. E diz-me "o teu pai tem lá uma coisa pra ti" e eu soube logo "é um cãozinho!" e desatei a correr pra casa. Quando lá cheguei, encontrei um cãozinho igualzito a um Dálmata, mas em mini lol. Era tão meiguinho, mas muito tímido. Foi aos poucos que me deixou aproximar, tinha mesmo muito medo. Chamei-lhe Camões, por ele ter uma grande mancha preta num dos olhos (foi a minha irmã que deu a ideia do nome).
Foi um "amigo" do meu pai que o tinha, e como ele fazia xixi em casa queria abandoná-lo. O meu pai lembrou-se logo de mim, e disse que ficava com ele (quem diria que o parvalhão do homem é primo do meu R., quando o vejo só me dá vontade de...grrr). Hoje também ainda é vivo, é o meu maricas (como eu lhe chamo, ele é muito carinhoso) e lá está às ordens da minha Jóia. Sim, porque a minha Jóia é a manda-chuva lá de casa, o Camões e o Nero têm de lhe obedecer, senão levam logo nas orelhas! Tenho de pôr fotos da minha Jóia e do Camões, não as tenho aqui agora, mas depois ponho.
Muito tempo depois, estava eu a passear com a minha avó e a minha mãe, quando passámos por uma casa onde estava uma mulher grávida agachada ao pé de um carro a ver se agarrava o gato dela. Era um gato branco com umas manchas muito leves amareladas, muito gordinho. Eu bispei logo o gato, e disse à minha mãe "tão lindo o gato". A senhora disse-me logo "queres-o? podes ficar com ele". A minha mãe ainda tentou dizer que não, mas eu sou implacável LOL. A senhora era a mulher do presidente da câmara na altura, e com a gravidez não podia ter o gato (ainda hoje não consegui bem entender essa história de mulheres grávidas não poderem ter gatos), ele era também um traquinas e ela andava sempre atrás dele, por isso decidiu dá-lo. E eu passei na hora certa. Deixei ficar o nome que ele tinha, Zuki.
Mas coitadinho dele... ele era traquina, mas eu ainda era mais, e fazia-lhe com cada coisa... desde manda-lo pra dentro do tanque com água gelada, a enrola-lo em mantas, etc... O gato adorava o meu pai, dormia sempre a sesta no colo dele, até ao dia em que o arranhou sem querer, e o meu pai não perdoa LOL, nunca mais o deixou entrar em casa. Mas ele também comia tudo, e a minha mãe só o deixava entrar em casa por causa do meu pai, por isso foi um alivio. Morreu já muito velhinho, cheio de feridas de lutar com outros gatos (andava sempre assim). Hoje quando me lembro dele dá-me vontade de chorar, tanta judiaria que eu lhe fiz...
E muito recentemente, à um ano e tal atrás, eu pedi outro cão, mas desta vez tinha de ser grande pra eu o passear. Andava eu a ver no OLX, quando encontrei um anuncio de uma rapariga que dava crias de mãe labrador, pois a mãe tinha morrido e os cães não iriam sobreviver sem donos que os cuidassem. Até me passei quando ela me disse que lhe dava leite magro.. isso não é alimento para uma cria, ela precisa de cuidados especiais! Ainda bem que os deu todos.. só espero que tenham tido a sorte do meu Nero, como ele se chama. Fui buscá-lo ao Forúm Montijo, foi onde combinamos para ela mo entregar. Era uma coisinha tão fofinha enrolada numa toalha que só apetecia comer! Levámos-o pra casa e eu essa noite dormi na sala pra estar ao pé dele. Comecei a querer dar-lhe comer, mas ele não comia nem bebia nada e só gania o dia inteiro e a noite inteira. Tive de dormir 3 ou 4 dias no sofá, porque a única maneira de ele se calar era se eu o pusesse no meu ombro encostado à minha cara. De dia levava-o pra da minha avó, e foi ela que me disse que ele continuava a não comer. Levei-o logo ao veterinário. Era de ser tão pequenino, ainda não sabia comer nem beber nada. A veterinária ensinou-me a fazer-lhe um leite especial, e a ensiná-lo a mamar. Deu-me também uns croquetes pra eu lhe dar quando ele fosse mais grandinho, mas assim que ele os provou já não queria mais nada. Tinhamos de pôr uns croquetes no leite pra ele o beber todo, só os conseguia agarrar com a boca quando o leitinho tivesse todo bebido.
Enfim, é o meu bebé grande. Todos os meus cães e cadelas foram muitos especiais para mim, mas este cão é mais que especial, fui eu que cuidei dele, fui eu que o salvei, fui eu que dormi noites no sofá pra ele parar de ganir, fui eu que passei as tardes inteiras a fazer-lhe festas, fui eu que bati o pé e "obriguei" os meus pais a deixá-lo dormir dentro de casa, fui eu que o ensinei a comer (com muita ajuda do meu pai e da minha mãe), etc... Tenho um amor incondicional por ele que nem sei explicar, doi-me muito hoje em dia não poder dar-lhe a atenção que ele merece, não poder estar sempre com ele... mas pronto, a vida é assim... Aqui deixo fotos dele:
Tenho de pôr fotos dele mais pequeno, e as fotos que tenho dos meus outros animais, hoje vou à da minha mãe e tento encontrá-las.
E finalmente, a minha Sheva. Finalmente como quem diz, eu tenho umas caturras (são mais do meu pai do que minhas) e um periquito que está à da minha avó.
A Sheva foi na França que eu a arranjei. Tão pequenina, ainda nem devia ter um mês. O meu R. assim que a viu ficou encantado com ela, eu confesso que não lhe achei tanta graça como ele achou, mas hoje acho que gosto ainda mais dela do que ele. É a gata mais maluca que já vi! Só faz porcaria, só desarruma, só arranha, etc... mas gosto tanto dela! É viciada em nós (donos), e sempre que a deixamos sozinha em casa ela fica muito tristinha. Imagino agora quando começarmos os dois a trabalhar...parte-me o coração só de pensar! Deve até de ficar doente, ela é muito agarrada a nós e não está habituada a ficar sozinha. Só espero que ela se habitue bem e que não fiquei tristinha... Dela não ponho fotos, porque é só carregarem no arquivo "Os meus traquinas" que é só quase o que vêm é ela LOOOL.
E pronto, registei aqui todos os meus animais que já tive até hoje. Claro que se pudesse tinha o dobro, até já andei a namorar o R. pra termos um cão, mas ele não vai nisso. Mas já disse e fica aqui prometido:
Se algum dia me sair o Euromilhões, compro um granda bocadão de terreno e faço um abrigo pra animais mal tratados, doentes ou de rua. E tá prometido!
Acontece que quando a vizinha da minha avó disse ao filho que eu estava muito triste por causa da cadela, ele disse que eu podia ficar com ela. Fiquei tão contente que nem conseguia falar! Peguei nela e levei-a comigo. Mas depois veio a decisão do nome..
Eu normalmente tenho sempre imaginação para nomes, mas naquele dia não conseguia mesmo me lembrar de nenhum. A minha preciosa avózinha é que me ajudou. Disse-me "O que é que ela é para ti? Uma jóia. É a tua Jóia." e assim ficou. Ainda hoje é viva, tão velhinha que está... é a minha especial!
Passado um tempo, estava eu na casa da minha avó, chega a minha mãe pra me ir buscar. E diz-me "o teu pai tem lá uma coisa pra ti" e eu soube logo "é um cãozinho!" e desatei a correr pra casa. Quando lá cheguei, encontrei um cãozinho igualzito a um Dálmata, mas em mini lol. Era tão meiguinho, mas muito tímido. Foi aos poucos que me deixou aproximar, tinha mesmo muito medo. Chamei-lhe Camões, por ele ter uma grande mancha preta num dos olhos (foi a minha irmã que deu a ideia do nome).
Foi um "amigo" do meu pai que o tinha, e como ele fazia xixi em casa queria abandoná-lo. O meu pai lembrou-se logo de mim, e disse que ficava com ele (quem diria que o parvalhão do homem é primo do meu R., quando o vejo só me dá vontade de...grrr). Hoje também ainda é vivo, é o meu maricas (como eu lhe chamo, ele é muito carinhoso) e lá está às ordens da minha Jóia. Sim, porque a minha Jóia é a manda-chuva lá de casa, o Camões e o Nero têm de lhe obedecer, senão levam logo nas orelhas! Tenho de pôr fotos da minha Jóia e do Camões, não as tenho aqui agora, mas depois ponho.
Muito tempo depois, estava eu a passear com a minha avó e a minha mãe, quando passámos por uma casa onde estava uma mulher grávida agachada ao pé de um carro a ver se agarrava o gato dela. Era um gato branco com umas manchas muito leves amareladas, muito gordinho. Eu bispei logo o gato, e disse à minha mãe "tão lindo o gato". A senhora disse-me logo "queres-o? podes ficar com ele". A minha mãe ainda tentou dizer que não, mas eu sou implacável LOL. A senhora era a mulher do presidente da câmara na altura, e com a gravidez não podia ter o gato (ainda hoje não consegui bem entender essa história de mulheres grávidas não poderem ter gatos), ele era também um traquinas e ela andava sempre atrás dele, por isso decidiu dá-lo. E eu passei na hora certa. Deixei ficar o nome que ele tinha, Zuki.
Mas coitadinho dele... ele era traquina, mas eu ainda era mais, e fazia-lhe com cada coisa... desde manda-lo pra dentro do tanque com água gelada, a enrola-lo em mantas, etc... O gato adorava o meu pai, dormia sempre a sesta no colo dele, até ao dia em que o arranhou sem querer, e o meu pai não perdoa LOL, nunca mais o deixou entrar em casa. Mas ele também comia tudo, e a minha mãe só o deixava entrar em casa por causa do meu pai, por isso foi um alivio. Morreu já muito velhinho, cheio de feridas de lutar com outros gatos (andava sempre assim). Hoje quando me lembro dele dá-me vontade de chorar, tanta judiaria que eu lhe fiz...
E muito recentemente, à um ano e tal atrás, eu pedi outro cão, mas desta vez tinha de ser grande pra eu o passear. Andava eu a ver no OLX, quando encontrei um anuncio de uma rapariga que dava crias de mãe labrador, pois a mãe tinha morrido e os cães não iriam sobreviver sem donos que os cuidassem. Até me passei quando ela me disse que lhe dava leite magro.. isso não é alimento para uma cria, ela precisa de cuidados especiais! Ainda bem que os deu todos.. só espero que tenham tido a sorte do meu Nero, como ele se chama. Fui buscá-lo ao Forúm Montijo, foi onde combinamos para ela mo entregar. Era uma coisinha tão fofinha enrolada numa toalha que só apetecia comer! Levámos-o pra casa e eu essa noite dormi na sala pra estar ao pé dele. Comecei a querer dar-lhe comer, mas ele não comia nem bebia nada e só gania o dia inteiro e a noite inteira. Tive de dormir 3 ou 4 dias no sofá, porque a única maneira de ele se calar era se eu o pusesse no meu ombro encostado à minha cara. De dia levava-o pra da minha avó, e foi ela que me disse que ele continuava a não comer. Levei-o logo ao veterinário. Era de ser tão pequenino, ainda não sabia comer nem beber nada. A veterinária ensinou-me a fazer-lhe um leite especial, e a ensiná-lo a mamar. Deu-me também uns croquetes pra eu lhe dar quando ele fosse mais grandinho, mas assim que ele os provou já não queria mais nada. Tinhamos de pôr uns croquetes no leite pra ele o beber todo, só os conseguia agarrar com a boca quando o leitinho tivesse todo bebido.
Enfim, é o meu bebé grande. Todos os meus cães e cadelas foram muitos especiais para mim, mas este cão é mais que especial, fui eu que cuidei dele, fui eu que o salvei, fui eu que dormi noites no sofá pra ele parar de ganir, fui eu que passei as tardes inteiras a fazer-lhe festas, fui eu que bati o pé e "obriguei" os meus pais a deixá-lo dormir dentro de casa, fui eu que o ensinei a comer (com muita ajuda do meu pai e da minha mãe), etc... Tenho um amor incondicional por ele que nem sei explicar, doi-me muito hoje em dia não poder dar-lhe a atenção que ele merece, não poder estar sempre com ele... mas pronto, a vida é assim... Aqui deixo fotos dele:
Tenho de pôr fotos dele mais pequeno, e as fotos que tenho dos meus outros animais, hoje vou à da minha mãe e tento encontrá-las.
E finalmente, a minha Sheva. Finalmente como quem diz, eu tenho umas caturras (são mais do meu pai do que minhas) e um periquito que está à da minha avó.
A Sheva foi na França que eu a arranjei. Tão pequenina, ainda nem devia ter um mês. O meu R. assim que a viu ficou encantado com ela, eu confesso que não lhe achei tanta graça como ele achou, mas hoje acho que gosto ainda mais dela do que ele. É a gata mais maluca que já vi! Só faz porcaria, só desarruma, só arranha, etc... mas gosto tanto dela! É viciada em nós (donos), e sempre que a deixamos sozinha em casa ela fica muito tristinha. Imagino agora quando começarmos os dois a trabalhar...parte-me o coração só de pensar! Deve até de ficar doente, ela é muito agarrada a nós e não está habituada a ficar sozinha. Só espero que ela se habitue bem e que não fiquei tristinha... Dela não ponho fotos, porque é só carregarem no arquivo "Os meus traquinas" que é só quase o que vêm é ela LOOOL.
E pronto, registei aqui todos os meus animais que já tive até hoje. Claro que se pudesse tinha o dobro, até já andei a namorar o R. pra termos um cão, mas ele não vai nisso. Mas já disse e fica aqui prometido:
Se algum dia me sair o Euromilhões, compro um granda bocadão de terreno e faço um abrigo pra animais mal tratados, doentes ou de rua. E tá prometido!
A minha perdição
Animais!
Pois é, sou loucamente apaixonada por animais desde que me lembro. Por mim, tinha assim uns 300 cães, 200 gatos, e o resto que encontrasse. Mas tá claro, não posso..
Hoje venho aqui falar dos meus bichinhos que já tive até hoje. Foram muitos, e infelizmente não tenho fotos de muitos deles, mas vou descreve-los ao máximo.
Lembro-me vagamente de um cão preto e com umas malhas cinza, e de uma cadela toda bege. O Simba e a Fofinha. Estes são os primeiros animais que me lembro de ter (quer dizer, não eram meus, eram da minha mãe). Lembro-me que o Simba era um traquina do pior, andava sempre aos pulos, e a Fofinha era muito sossegada mas também muito esperta, até arranjou maneira de se escapar, desde a segunda vez que conseguiu sair pela rede nunca mais a vimos. E enquanto a Fofinha fugiu, o Simba lá ficou sozinho até morrer coitadinho. Lembro-me mais do Simba do que da Fofinha, eram de porte grande, mas eu adorava aquele cão, por isso é que a Fofinha não ficou muito na minha memória.
Se não me engano, o terceiro cão que tive foi um parecido com um Boxer. Era castanho, tinha o focinho igualzito ao de um Boxer e era grande como a raça. Só não me lembro é do nome dele... Apenas me lembro do raio do cão se empinar a mim pra brincar e de me arranhar a cara toda hehe! Eu era tão pequenina (não é que seja muito grande agora, mas pronto...) ele ao pé de mim era um gigante! Coitadinho, ele só queria era brincadeira, mas como me aleijava eu chorava e gritava ao meu pai "dá o cão, pai! Ele é mau, dá o cão", mas depois lá me passava a birra e ía brincar com ele. Até ao dia em que cheguei a casa com a minha mãe e já não havia cão pra ninguém LOL. O meu pai deu o pobre do cão... e eu chorei durante 3 dias seguidos porque queria o cão de volta. Coitadinho do cãozinho, hoje quando me lembro dele dá-me mesmo muita pena...
Depois de algum tempo e de me esquecer mais do Boxer, pedi outro cão ao meu pai. Ele lá falou com os amigos dele pra ver se algum tinha um cãozinho pra dar, e ofereceram-lhe um pequenino. Era perto do Natal, e eu estava tão entusiasmada que nem com um frio de rachar eu saí do quintal à espera do amigo do meu pai. Quando ele chegou numa carrinha, passou-me um cãozinho preto com uma manchinha branca no peito para o meu colo, e eu corri pra dentro de casa para aquecê-lo. Lembro-me que a salamandra estava acesa, e o cão correu pra baixo dela pra se aquecer. Nem sei como é que ele não se queimava, sempre que tinha hipotese lá ía ele pra baixo da salamandra. Chamei-lhe Tobias. Era tão preto que de noite se escondia de nós no quintal e era uma carga de trabalhos para o encontrar. Era tão meiguinho, tão lindo.. Tenho uma foto dele no meu colo, mas não a tenho aqui agora..Depois ponho-a aqui.
Mas adiante... ele no primeiro Verão que passou comigo adoeceu. Fiquei tão triste... ele fugia de toda a gente pra ficar sozinho, até ao dia em que o ouvi fazer um barulho muito estranho e rodar os olhos todos.. e partiu. Coitadinho, nunca mais me vou esquecer do gemido de agonia dele.... chorei dias a fio, eu adorava aquele cão...
(Continua no post seguinte)
Pois é, sou loucamente apaixonada por animais desde que me lembro. Por mim, tinha assim uns 300 cães, 200 gatos, e o resto que encontrasse. Mas tá claro, não posso..
Hoje venho aqui falar dos meus bichinhos que já tive até hoje. Foram muitos, e infelizmente não tenho fotos de muitos deles, mas vou descreve-los ao máximo.
Lembro-me vagamente de um cão preto e com umas malhas cinza, e de uma cadela toda bege. O Simba e a Fofinha. Estes são os primeiros animais que me lembro de ter (quer dizer, não eram meus, eram da minha mãe). Lembro-me que o Simba era um traquina do pior, andava sempre aos pulos, e a Fofinha era muito sossegada mas também muito esperta, até arranjou maneira de se escapar, desde a segunda vez que conseguiu sair pela rede nunca mais a vimos. E enquanto a Fofinha fugiu, o Simba lá ficou sozinho até morrer coitadinho. Lembro-me mais do Simba do que da Fofinha, eram de porte grande, mas eu adorava aquele cão, por isso é que a Fofinha não ficou muito na minha memória.
Se não me engano, o terceiro cão que tive foi um parecido com um Boxer. Era castanho, tinha o focinho igualzito ao de um Boxer e era grande como a raça. Só não me lembro é do nome dele... Apenas me lembro do raio do cão se empinar a mim pra brincar e de me arranhar a cara toda hehe! Eu era tão pequenina (não é que seja muito grande agora, mas pronto...) ele ao pé de mim era um gigante! Coitadinho, ele só queria era brincadeira, mas como me aleijava eu chorava e gritava ao meu pai "dá o cão, pai! Ele é mau, dá o cão", mas depois lá me passava a birra e ía brincar com ele. Até ao dia em que cheguei a casa com a minha mãe e já não havia cão pra ninguém LOL. O meu pai deu o pobre do cão... e eu chorei durante 3 dias seguidos porque queria o cão de volta. Coitadinho do cãozinho, hoje quando me lembro dele dá-me mesmo muita pena...
Depois de algum tempo e de me esquecer mais do Boxer, pedi outro cão ao meu pai. Ele lá falou com os amigos dele pra ver se algum tinha um cãozinho pra dar, e ofereceram-lhe um pequenino. Era perto do Natal, e eu estava tão entusiasmada que nem com um frio de rachar eu saí do quintal à espera do amigo do meu pai. Quando ele chegou numa carrinha, passou-me um cãozinho preto com uma manchinha branca no peito para o meu colo, e eu corri pra dentro de casa para aquecê-lo. Lembro-me que a salamandra estava acesa, e o cão correu pra baixo dela pra se aquecer. Nem sei como é que ele não se queimava, sempre que tinha hipotese lá ía ele pra baixo da salamandra. Chamei-lhe Tobias. Era tão preto que de noite se escondia de nós no quintal e era uma carga de trabalhos para o encontrar. Era tão meiguinho, tão lindo.. Tenho uma foto dele no meu colo, mas não a tenho aqui agora..Depois ponho-a aqui.
Mas adiante... ele no primeiro Verão que passou comigo adoeceu. Fiquei tão triste... ele fugia de toda a gente pra ficar sozinho, até ao dia em que o ouvi fazer um barulho muito estranho e rodar os olhos todos.. e partiu. Coitadinho, nunca mais me vou esquecer do gemido de agonia dele.... chorei dias a fio, eu adorava aquele cão...
(Continua no post seguinte)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Já está quase....
...o trabalhinho a começar. Pois é, hoje fomos ver o sitio que nos ficou destinado. Calha mesmo bem, tenho de começar a ganhar dinheirinho urgentemente, isto de tar parada entre campanhas é uma chatice!
Mas... se por um lado adoro o ar fresco do campo, as paisagens lindas, ficar deitada debaixo dos pinheiros na erva verdinha a olhar pra tudo o que me rodeia, com aquele solinho que parece que estamos na Primavera, em paz e sossego sem barulhos e confusões, e principalmente ao pé do meu R. e de outros membros da familia...
...por outro, odeio os mosquitos logo pela manhã, o calor que às vezes se faz sentir quando trabalho depressa, sentir tanto frio pela manhã que mal consigo respirar mas ter de mexer nas ervas cheias de orvalho, ter de me levantar AINDA mais cedo da caminha porque o caminho para o trabalho é longo, e ficar toda molhada quando choveu na noite anterior.
Claro que em todos os trabalhos há os prós e os contras, mas este meu trabalhinho tem os prós que mais adoro e os contras que mais odeio! Mas como ninguém vive do ar, lá tenho eu que aguentar. Só espero que este ano seja melhor que o ano passado no que toca à saúde... ela já é uma m****, mas como este trabalho é muito pesado ainda fico pior. Só de me lembrar do ano passado... até tremo.
(O Pai Natal este ano podia dar-me menos dores...) LoL
Mas... se por um lado adoro o ar fresco do campo, as paisagens lindas, ficar deitada debaixo dos pinheiros na erva verdinha a olhar pra tudo o que me rodeia, com aquele solinho que parece que estamos na Primavera, em paz e sossego sem barulhos e confusões, e principalmente ao pé do meu R. e de outros membros da familia...
...por outro, odeio os mosquitos logo pela manhã, o calor que às vezes se faz sentir quando trabalho depressa, sentir tanto frio pela manhã que mal consigo respirar mas ter de mexer nas ervas cheias de orvalho, ter de me levantar AINDA mais cedo da caminha porque o caminho para o trabalho é longo, e ficar toda molhada quando choveu na noite anterior.
Claro que em todos os trabalhos há os prós e os contras, mas este meu trabalhinho tem os prós que mais adoro e os contras que mais odeio! Mas como ninguém vive do ar, lá tenho eu que aguentar. Só espero que este ano seja melhor que o ano passado no que toca à saúde... ela já é uma m****, mas como este trabalho é muito pesado ainda fico pior. Só de me lembrar do ano passado... até tremo.
(O Pai Natal este ano podia dar-me menos dores...) LoL
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Gata-Aranha
E no meio de tanta confusão... ainda há coisas que nos fazem rir :)
Acho que a foto fala por si... apanhada em flagrante a armar-se em gata-aranha na portada da janela hehe
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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