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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

+ planos para a sala

Esta maravilha é uma mesa normal que se transforma num autêntico escritório com o simples abrir da tampa. Tem espaço para o portátil, tem aquela capa preta com bolsos para papéis, blocos de notas, etc, e apaixonei-me! É mesmo disto que eu preciso, prático, funcional e transformável. A única coisa diferente na mesa da imagem são os pés, porque na loja temos opção de escolha. Por isso fica assim:
Fica mesmo bem na minha sala depois das mudanças que vai levar.. mal posso esperar para pôr as mãozinhas á obra!

E ando aqui em pulgas também por causa da renovação do meu guarda-roupa. Uma das coisas que me apelou do estilo de vida minimalista foi ter apenas o que gostamos, o que usamos, o que nos é útil. Este conceito é aplicado em tudo na nossa vida: em casa, socialmente, no trabalho, etc. E depois de ler isso, fui ver o meu guarda-roupa (o de cá, porque trago pouca roupa, lá tenho de destralhar o resto) e vi que tenho tanta roupa que não gosto, que não uso e não me fica NADA bem que até fiquei com dores de cabeça.
Assim que lá chegar, tudo dado a familia ou doado numa instituição. E depois é a tarefa que mais me alegra, ir ás compras!!! Mal posso esperar!


(Claro que depois das renovações venho cá mostrar o antes e o depois. Têm é de esperar um bocadinho...)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O porquê de tanto branco no minimalismo

Finalmente descobri o porquê de tanto branco no estilo de vida minimalista.

O R. e eu já tinhamos falado que quando chegássemos a Portugal este ano íamos renovar uma divisão da casa. Ou era o sótão ou a casa de banho, mas decidimo-nos pela sala. A única coisa que queremos mudar é o móvel da Tv, que sempre foi temporário (por isso é que compramos um baratinho, 89€ na Moviflor).
Lá andávamos nós a ver móveis e o papel de parede a imitar pedra que nós tanto gostamos (e que cá é muuuuito mais barato), quando me apercebi o porquê de tudo branco.

Porque é muito mais fácil de decorar, e muito mais versátil. 

Com móveis brancos, cortinados brancos and so on, o toque de côr vem da decoração, tipo almofadas do sofá ou um quadro. E isto faz com que a decoração fique simples mas divertida. E sempre que nos fartarmos daquele tipo de decoração, em vez de andarmos a mudar capas de sofás, móveis e etc, basta trocar os objectos decorativos para outros de outras cores ou mudar capas de almofadas/outra coisa et voilá, a divisão ganha nova vida.
Já me convenceram, prontos. Mas só em relação á sala, porque o resto não. Vou-lhe dando uns toques coloridos e se ficar como está na minha cabeça, vai ficar lindo. Porque demasiado branco pela casa toda também farta.

Um cheirinho:





Do minimalismo

Ontem em conversa com a minha mãe disse-lhe que quando chegar a casa vou vender móveis e outras coisas que se possam vender que não uso, dar roupa que não me fica bem mas está em bom estado e destralhar outras tantas coisas. Veio á baila a mesa e cadeiras da que era suposto ser a sala de jantar, que nunca uso, nunca vou usar e também nunca foi usada. E diz a minha mãe:

Mãe: Mas um dia podes precisar. Metes no sótão e guardas para um dia se a quiseres.
Eu: Porcaria e tralha a mais tenho eu no sótão. Essa é outra, o que tá no sótão também tem de ser destralhado. Vai tudo vendido, dado ou pró lixo.
Mãe: Mas e se precisas, Cátia? Deixa estar as coisas. Um dia podes precisar.

Em todos os sites, blogs e outros que leio sobre minimalismo, há sempre um tópico sobre isto. Porque a pessoa que está a escrever decidiu viver um estilo de vida minimalista, mas todos á volta dizem o que pessoas não minimalistas e que gostam de guardar tudo dizem: "Um dia podes precisar, por isso guarda".
E é por este principio de "um dia posso precisar" que as casas estão cheias de tralha.

Eu falo por mim. Num modo geral, sempre fui minimalista, só não o sabia. Quando ouço falar em grandes coleções de vernizes, cremes para o corpo, roupa e sei lá mais o quê fico parva. Eu não tenho nada disso. Tenho 2 pares de calças, 4 vestidos (que nunca uso), no máximo 10 partes de cima (de Verão e Inverno juntos), 2 casacos e 5 pares de calçado. Não uso vernizes, não uso maquilhagem, não uso cremes (só tenho 2 e ponho 3x ou 4x num ano), não uso nada disso. Uso perfume, pouco e poucas vezes, e só tenho 3 - todos oferecidos. Mas sabem que mais? Vai quase tudo fora este ano! Porquê? Porque quase nada do que tenho tem a ver comigo. Comprava por comprar, sem tendência ou estilo, e agora começo a ver que grande erro foi. Por isso este ano vou renovar o guarda-roupa, e só coisas que eu gosto a 100% e com a regra básica de tudo dar com tudo. Mas falarei mais nisso noutra altura :)

Mas como qualquer pessoa que tem tendência de ser minimalista, tenho o ponto fraco em que deixei que as coisas se descontrolassem: a casa. Tenho tralha até mais não, móveis que não uso nem nunca usei, peças de decoração a mais, mulduras a mais, and so on. Para mim, que o que menos gosto de fazer nas lides domésticas é limpar o pó e varrer, isto dá-me uma urticária do caraças. Porque é tanta coisa para limpar - e metade só está lá por estar - que demoro muito tempo a fazer essas coisas que odeio.

Portanto metas para quando lá chegar são, em primeiro e óbviamente, limpar a casa de alto a baixo. Depois, pôr na suposta sala de jantar tudo o que não quero e não me faz falta: móveis, tralha, berlicoques, etc. Depois é separar tudo por categoria: o que é para vender, o que é para dar, o que é para ir para o lixo.


Porque viver num estilo minimalista não é ter casas vazias, paredes despidas e viver como alguns minimalistas extremos que comem e dormem no chão. Há diferentes níveis de minimalismo, e para mim não é o extremo, mas é simplificar. Quero olhar para as divisões de casa e ver espaços amplos (ainda por cima tenho uma casita pequena, ter espaços amplos é só por si um grande feito), ver apenas o que me é essencial, ver balanço, ver harmonia, ver praticidade, ver organização, ver minimalismo.
Nunca vou ser daqueles minimalistas que despensam sofás, que não têm nem 1 peça de decoração ou que todas as paredes são completamente brancas. Mas vou ser a minimalista q.b. para a minha vida, para o meu caso especifíco.
E só de pensar em como a casa irá ficar.. dá-me vontade até de ir a pé para lá :)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Dropbox vs Google Driver

Dropbox:

- Muito melhor para ficheiros .pdf e .flash, abre normalmente e com rapidez, enquanto que no Google Drive abre num formato que desconheço que nem sequer dá para selecionar a página que queremos ver, temos de fazer scroll até a encontrarmos.

- Mostra imagens em maior formato, embora isso não me cause urticária.

- Mais rápido a fazer o upload diretamente do computador que o Google Drive.

- Os ficheiros .html abrem numa nova aba como é suposto, em vez de abrirem num formato predefinido pelo Google Drive e encriptar tudo.

- Mais fácil partilhar pastas e outros documentos com outras pessoas pois não precisam de conta no sistema, enquanto que no GD só se consegue partilhar enviando para o mail da pessoa ou se esta tiver uma conta Google.

Google Drive: 

- Muito melhor para documentos word, abre na página em vez de ter de se fazer o download do ficheiro novamente como o Dropbox obriga.

- Mostra imagens em formato mais pequeno, mas a diferença é pouca.

- Mais espaço gratuito, por isso as minhas fotos vão ser todas lá guardadas para usufruir dos 5GB em vez de 2GB e picos do Dropbox.



Ambos têm possibilidade de acessar aos dados através de outros computadores/telemóveis/etc.


Por isso o Dropbox só vai ser usado por mim para ficheiros .txt (que abrem da mesma maneira que o GD), para ficheiros .pdf e ficheiros .html. O resto será guardado no Google Drive por causa do espaço e por o resto abrir de forma semelhante como no Dropbox. Este último é mais rápido mas a falta de espaço para mim estraga mesmo tudo..

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Destralhar fotos e Dropbox/Google Drive

É provavelmente o destralhamento que mais me dá comichões.. mas pronto, lá fui eu virar as minhas pastas do avesso e limpar o meu disco rígido externo que eu tanto prezo (tem lá tudo o que me é importante).
1º que tudo, não imaginam a quantidade de fotos repetidas que tinha, tudo espalhado por mil e uma pastas. Credo, deu um trabalhão a apagar tudo o que estava repetido! Com azar perdi ainda uns videos que sem querer apaguei, mas como nem me lembro do que eram não estou muito chateada.


Depois de horas, o meu disco rígido tem apenas 98.4Gb de dados, ficando com 400Gb livres. Á umas horas atrás, tinha o disco quase cheio.

Tudo isto para destralhar e posteriormente escolher o que guardar no Dropbox. Li este post da Rita e fiquei com a pulga atrás da orelha. É um site em que se faz o download do software e dá para guardar tudo o que se queira. Mesmo que o computador se estrague e se perca tudo, o que pusermos no Dropbox fica guardado na nossa conta do site e podemos aceder aos dados em todos os computadores que quisermos, telemóveis, Ipads, etc. Basta fazer login na nossa conta.
O único problema é que a versão gratuita só tem espaço de 2Gb, depois podemos ganhar mais Mb fazendo uns passos que lá estão, mas não é muito. Por isso é que ando a escolher o mais importante para lá pôr, embora as minhas fotos tenho de as continuar a guardar em 2 discos rígidos - just in case -, menos as nossas e da Sheva que vão ser guardadas no Dropbox.
Como não tou para comprar mais espaço, guardo o top essencial e o resto faço como tenho feito.
 Mas acho muito bom. Assim tenho a certeza que isto está guardado e não se perde!


Tenho usado desde á uns meses o Google Drive e acho que é quase igual ao Dropbox, tem mais espaço mas acho que não actualiza automáticamente em todos os pc's/ipads quando fazemos o upload de alguma coisa nova ou editados algo. Também acho que não há uma app para telemóveis e não sei se entrar com a minha conta google noutro pc dá para ver os meus ficheiros.

Ainda tenho de ver qual dos dois é melhor.. Vocês usam algum destes ou outro?